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    ampliou-nos

    altifalante | n. m.

    Dispositivo de aparelhos de radiotelefonia ou de sistemas de amplificação de som que transforma um sinal elétrico em ondas sonoras....


    alto-falante | n. m.

    Dispositivo de aparelhos de radiotelefonia ou de sistemas de amplificação de som que transforma um sinal elétrico em ondas sonoras....


    dilatação | n. f.

    Aumento de volume (de certos corpos) por efeito do calor (sem mudança na constituição nem acréscimo na matéria)....


    distorção | n. f.

    Ato ou efeito de distorcer ou de se distorcer....


    larga | n. f. | interj.

    Ato ou efeito de largar....


    megascópio | n. m.

    Instrumento com que se obtêm cópias ampliadas de pequenos quadros ou outros objetos....


    exagero | n. m.

    Ato de exagerar....


    microfone | n. m.

    Instrumento que transforma as vibrações sonoras em oscilações elétricas, o que permite a ampliação de sons. (Também se diz, abreviadamente, micro.)...


    Renovação e ampliação da filosofia escolástica, iniciada no meado do século XIX pelo jesuíta Mateus Lavatore....


    contrário | adj. | n. m.

    Que tem ou mostra a maior diferença possível em relação a outra coisa....


    guitarra | n. f.

    Instrumento de cordas dedilhadas, com um braço dividido em semitons por filetes de metal (ex.: guitarra acústica; na guitarra elétrica, os sons são captados por micros e ampliados)....


    redução | n. f.

    Ação de reduzir; efeito dessa ação....


    ampliador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que amplia....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?