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    amontoam-lhos

    meda | n. f.

    Montão cónico de feixes de palha....


    maroiço | n. m.

    Onda encapelada; maré grossa....


    amontoa | n. f.

    Amontoação de terra em torno do pé das plantas....


    amontoado | adj. | n. m.

    Que se amontoou ou colocou em monte....


    amota | n. f.

    Aterro ou dique à borda de um rio, destinado a impedir inundações....


    achega | n. f. | n. f. pl.

    Aditamento; subsídio; auxílio....


    cuculo | n. m.

    Parte do vestuário que cobre a cabeça....


    mota | n. f.

    Terra amontoada ao pé do tronco ou da haste da planta....


    pilheira | n. f.

    Lugar onde estão coisas empilhadas....


    rapalhas | n. f. pl.

    Restos que ficam nos currais depois de tirar o estrume que ali estava amontoado....


    micado | n. m.

    Título da suprema autoridade religiosa do Japão....


    acervo | n. m.

    Grande quantidade (ex.: acervo de habitações; acervos de trapos)....


    amontoador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que amontoa....


    folhido | n. m.

    Amontoado de folhas caídas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?