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    amolgaste

    amolgável | adj. 2 g.

    Suscetível de ser amolgado....


    abolar | v. tr.

    Amolgar, amassar....


    amassar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Misturar bem, transformando em massa (ex.: amassar o pão com as mãos)....


    amolancar | v. tr.

    Tornar mole ou indolente....


    amolar | v. tr. | v. pron. | v. tr., intr. e pron.

    Afiar no rebolo....


    amolgar | v. tr.

    Fazer mossa em....


    desamolgar | v. tr.

    Aplanar (o que estava amolgado); desamassar....


    gebar | v. tr.

    Amachucar ou amolgar (o chapéu) com uma gebada ou pancada; fazer gebadas em....


    quebrantar | v. tr. | v. tr., intr. e pron. | v. intr. e pron.

    Deitar abaixo ou partir em pedaços....


    ruflar | v. tr. | v. intr.

    Encrespar (as asas a ave, como para levantar voo)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?