Pesquisa nas Definições por:

    amiga-mos

    amigado | adj.

    Que se amigou; que vive em mancebia....


    bem-querente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja bem a outrem....


    caroável | adj. 2 g.

    Que mostra amabilidade ou afeto....


    enfim | adv.

    Por último; em último lugar....


    malquerente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja mal a outrem....


    mãezeiro | adj.

    Que é muito amigo ou dependente da mãe (ex.: o menino está numa fase muito mãezeira)....


    ordeiro | adj.

    Amigo da ordem; pacato....


    prestadio | adj.

    Amigo de servir ou de ajudar....


    refalsado | adj.

    Que não mostra sinceridade (ex.: zelo refalsado)....


    saído | adj.

    Que sai do plano em que assenta; que está fora....


    unido | adj.

    Que se uniu....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.