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    alternarmos-tas

    Com flores alternas ou que nascem dos dois lados do caule sem se corresponderem no mesmo nó....


    aneiro | adj.

    Que depende da maneira como o ano se porta....


    Diz-se de uma forma de polimorfismo que se relaciona com as gerações alternas....


    vário | adj. | quant. exist. pron. indef. pl. | quant. exist. pl.

    De cores ou matizes diversos....


    Com flores alternas ou que nascem dos dois lados do caule sem se corresponderem no mesmo nó....


    alternato | n. m.

    Sistema ou ato de alternar....


    Planta herbácea (Fumaria officinalis) da família das papaveráceas, de folhas alternas penatífidas e pequenas flores rosadas....


    Planta herbácea (Aquilegia vulgaris) da família das ranunculáceas, de talos compridos e finos, folhas pecioladas, flores pedunculadas concolores ou bicolores, de cor branca ou púrpura....


    diálogo | n. m.

    Conversação entre duas pessoas....


    escaque | n. m.

    Cada uma das casas quadradas do tabuleiro de xadrez....


    impedância | n. f.

    Grandeza que exprime a oposição total de um circuito à passagem de corrente alternada, correspondendo ao quociente entre a tensão eficaz e a intensidade eficaz da corrente (símbolo: Z)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.