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    alentasse-mas

    exânime | adj. 2 g.

    Desfalecido; desmaiado; sem alento; morto....


    espinhela | n. f.

    Apêndice cartilagíneo que termina a parte inferior do esterno....


    aura | n. f.

    Vento brando e agradável....


    alento | n. m. | n. m. pl.

    Faculdade ou força precisa para respirar....


    bichão | n. m.

    Homem experiente....


    agasalho | n. m.

    Acolhimento (feito a quem nos procura); hospedagem....


    apisto | n. m.

    Alimento líquido ou triturado que se dá aos doentes....


    bafagem | n. f.

    Viração, aragem, brisa....


    desalento | n. m.

    Falta de alento; esmorecimento, desânimo....


    alentador | adj. n. m.

    Que ou aquele que alenta....


    agasalhador | adj. n. m.

    Que ou o que agasalha; que dá alento, animador....


    esforçador | adj. n. m.

    Que ou aquele que se esforça....


    Que se incentivou ou que recebeu incentivo ou estímulo....


    estimulado | adj.

    Que se estimulou ou que recebeu estímulo ou incentivo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?