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Que se alentou....
Relativo a atleta....
Que está ou aparenta estar sem vida....
Gordo....
Cessação do torpor ou entorpecimento....
Apêndice cartilagíneo que termina a parte inferior do esterno....
Vento brando e agradável....
Faculdade ou força precisa para respirar....
Homem experiente....
Trôpego....
Acolhimento (feito a quem nos procura); hospedagem....
Alimento líquido ou triturado que se dá aos doentes....
Viração, aragem, brisa....
Falta de alento; esmorecimento, desânimo....
Que ou aquele que alenta....
Que ou o que agasalha; que dá alento, animador....
Que ou aquele que se esforça....
Que se incentivou ou que recebeu incentivo ou estímulo....
Que se estimulou ou que recebeu estímulo ou incentivo....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?