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    albardamos-to

    xerga | n. f.

    Tecido grosseiro de lã....


    albarda | n. f.

    Sela grosseira para bestas de carga....


    albardada | n. f.

    Fatia feita de pão envolta em ovo e coberta de açúcar....


    albardão | n. m.

    Albarda própria para montar....


    albardeira | n. f.

    Agulha usada para coser albardas....


    cilha | n. f.

    Cingidouro para a sela ou para a albarda de uma cavalgadura....


    enxalmo | n. m.

    Manta ou qualquer cobertura ou objeto que se põe por cima da albarda, seja para a cobrir, seja para endireitar a carga....


    enxerga | n. f.

    Espécie de colchão de palha....


    rabiça | n. f.

    Rabo do arado que o lavrador empunha quando trabalha com ele para lavrar a terra....


    tomadura | n. f.

    Ferida feita na cavalgadura pelo roçar da albarda, da sela ou de um tirante....


    albardeiro | adj. n. m. | adj.

    Que o quem faz ou vende albardas ou selas grosseiras....


    cornicho | n. m.

    Pequeno corno ou chifre....


    retranca | n. f.

    Correia que impede a albarda ou sela de escorregar para diante....


    albardar | v. tr. | v. pron.

    Aparelhar a besta de carga....


    aldrabar | v. tr.

    Fechar com aldraba....


    aldrabar | v. tr. | v. intr.

    Executar mal (ex.: aldrabou a reparação)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.