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    aforava-as

    afora | adv. | prep.

    Para o lado de fora....


    Pertencente ou relativo à enfiteuse....


    salvo | adj. | prep.

    Livre de perigo, de risco, de doença, de incómodo, etc....


    tu | pron. pess. 2 g.

    Pronome da 2.ª pessoa do singular, dos dois géneros, geralmente com função de sujeito (ex.: tu és alto), predicativo do sujeito (ex.: gostava de ser tu), vocativo (ex.: ó tu, vem cá) ou ainda em complementos regidos por preposições como afora, fora, exceto, menos, salvo, senão e tirante (ex.: quem, senão tu, me faria isto?)....


    mandioqueiro | n. m.

    Cultivador de mandioca, em terras aforadas ou arrendadas....


    além | adv. | n. m.

    Mais longe que, mais para lá de....


    cotubana | n. f.

    Aforamento perpétuo, na antiga Índia Portuguesa....


    equipamento | n. m.

    Ato ou efeito de equipar ou de se equipar....


    foral | n. m.

    Carta soberana que, regulando a administração de uma localidade, lhe dava certas regalias....


    exceto | prep. | adv. | adj. n. m.

    Sem incluir (na conta); salvo, afora....


    prazo | n. m.

    Tempo determinado para a execução de alguma coisa....


    aforar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Dar ou receber por meio de foro....


    emprazar | v. tr. | v. pron.

    Citar em juízo (marcado o prazo em que deve comparecer)....


    desaforar | v. tr. | v. pron.

    Desobrigar do foro....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?