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    afirmadas

    assertivo | adj.

    Que tem caráter de asserção....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    olaré | interj.

    Exprime satisfação, ênfase ou afirmação....


    | adv.

    Exprime afirmação, confirmação, concordância, aprovação....


    Diz-se do enunciado que pode ser considerado verdadeiro ou falso....


    uai | interj.

    Exprime admiração, surpresa ou espanto....


    De modo absoluto (ex.: reinou absolutamente)....


    e.g. | abrev.

    Expressão usada para iniciar a exemplificação do que foi exposto, do princípio estabelecido, daquilo que acabou de se afirmar....


    tético | adj.

    Relativo a tese, a uma afirmação teórica (ex.: termos téticos)....


    Expressão usada para iniciar a exemplificação do que foi exposto, do princípio estabelecido, daquilo que acabou de se afirmar (abreviatura: e.g.)....


    Obrigação ou responsabilidade de provar determinado facto ou determinada afirmação (ex.: é ao acusador e não ao acusado que compete o onus probandi)....


    Como é fama; conforme se diz, se conta, se afirma por toda a parte....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?