Pesquisa nas Definições por:

    adversara-os

    infenso | adj.

    Que se opõe a (ex.: normas infensas ao regulamento vigente)....


    argumento | n. m.

    Raciocínio de que se tira consequência....


    iliberalismo | n. m.

    Sistema adverso à liberdade política....


    anabiose | n. f.

    Interrupção temporária das funções vitais de um organismo, dando a aparência de morte, de que são capazes alguns animais quando se encontram em situações ambientais adversas....


    adversário | n. m. | adj.

    Aquele que se eleva contra outro para lhe disputar a posse de uma coisa ou o triunfo de uma ideia....


    desafeto | n. m. | adj.

    Falta de afeto; desafeição....


    contrário | adj. | n. m.

    Que tem ou mostra a maior diferença possível em relação a outra coisa....


    infortúnio | n. m.

    Fortuna adversa; sorte desgraçada....


    avesseiro | adj. n. m.

    Diz-se de ou terreno, geralmente húmido ou frio, em que não dá sol....


    adverso | adj. | n. m.

    Que está em oposição (ex.: argumento adverso)....


    auspicioso | adj.

    Que tem bons auspícios, bom agouro....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.