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    admitias-mas

    à-toa | adj. 2 g. 2 núm.

    Que foi feito à pressa ou sem reflexão (ex.: comentário à-toa)....


    correntio | adj.

    Que corre sem obstáculo....


    imiscível | adj. 2 g.

    Que não admite mistura ou liga....


    inadmissível | adj. 2 g.

    Que se não pode admitir ou aceitar....


    incomportável | adj. 2 g.

    Que não se pode comportar (ex.: peso incomportável)....


    indiscutível | adj. 2 g.

    Que não admite discussão; evidente....


    irrecorrível | adj. 2 g.

    De que não se pode recorrer; que não admite recurso (ex.: decisão final e irrecorrível)....


    irreplicável | adj. 2 g.

    Que não admite réplica; irrefutável....


    leveiro | adj.

    Que é pouco pesado....


    nenhum | quant. univ. pron. indef.

    Nem um (ex.: não conheço nenhuma dessas pessoas; eram três candidatos, mas nenhum foi admitido)....


    visível | adj. 2 g.

    Que pode ser visto....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?