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    acreditara-as

    incredível | adj. 2 g.

    Que não pode ser acreditado; em que não se pode acreditar....


    Expressão usada para recomendar confiança nas pessoas que têm experiência....


    Pessoa que é bem-vinda ou cuja presença é bem recebida (ex.: figura considerada persona grata pela comunidade)....


    Pessoa que, por algum motivo, não é, ou deixa de ser, bem-vinda ou bem-aceite (ex.: o treinador tornou-se persona non grata para muitos adeptos)....


    bandarrista | n. 2 g.

    Pessoa que acreditava nas profecias do sapateiro, poeta popular e profeta português Bandarra (1500-1556)....


    diplomacia | n. f.

    Ciência das relações internacionais e da representação dos interesses de um estado no estrangeiro....


    diplomático | adj. | n. m.

    Da diplomacia ou a ela relativo....


    misticismo | n. m.

    Crença na possível comunicação entre o homem e a divindade....


    sina | n. f.

    Estandarte, bandeira....


    aventurança | n. f.

    Combinação de circunstâncias ou de acontecimentos da vida que se acredita serem inevitáveis....


    venturança | n. f.

    Combinação de circunstâncias ou de acontecimentos da vida que se acredita serem inevitáveis....


    bom | adj. | n. m. | interj.

    Que é como deve ser ou como convém que seja; que corresponde ao que é desejado ou esperado (ex.: ela é uma boa chefe; queria comprar um bom carro)....


    espiritismo | n. m.

    Doutrina dos que creem que podem ser evocados os espíritos dos mortos....


    crente | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que crê....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.