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    acossa-nos

    batedouro | n. m.

    Pedra em que as lavadeiras batem a roupa, lavando-a....


    acosso | n. m.

    Ato ou efeito de acossar....


    acossa | n. f.

    Ato ou efeito de acossar....


    cossa | n. f.

    Ato ou efeito de acossar....


    acossador | adj. n. m.

    Que ou aquele que acossa....


    açodar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Aumentar o ritmo, a velocidade; tornar(-se) mais ágil, mais rápido....


    perseguir | v. tr.

    Ir no encalço de (ex.: perseguir a presa)....


    urgir | v. intr. | v. tr.

    Ser necessário sem demora, não permitir delonga (ex.: urgia uma reação rápida)....


    qual | pron. rel. | det. interr. | pron. interr. | conj. compar. | interj.

    Usa-se precedido de artigo definido para introduzir uma frase ou oração relativa, servindo de sujeito e relacionado com um antecedente (ex.: escreveu um tratado, o qual foi obra de referência durante décadas)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?