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    acolheste-mas

    inúmero | adj. | quant. exist. pl.

    Que não se pode contar por ser muito numeroso (ex.: o espaço foi pequeno para acolher o inúmero público que foi assistir à conferência; na escavação foi encontrada inúmera cerâmica árabe)....


    visto | adj. | n. m. | prep.

    Que se viu....


    acolhida | n. f.

    Acolhimento; aceitação; hospitalidade....


    eco | n. m.

    Repetição de um som reenviado por um corpo duro....


    orfanado | n. m.

    Qualidade de órfão....


    orfanato | n. m.

    Instituição que acolhe e educa órfãos....


    roda | n. f. | interj.

    Nome genérico dado, em aparelhos ou máquinas, à parte circular que se move em volta de um eixo, e que, mais ou menos diretamente, serve para imprimir movimento....


    hospício | n. m.

    Estabelecimento para internamento de doentes mentais....


    excipiente | n. m.

    Substância inerte que se junta a uma substância ativa para que esta possa ser manipulada ou consumida....


    leito | n. m.

    Parte da cama que sustenta o enxergão e o colchão....


    agasalho | n. m.

    Acolhimento (feito a quem nos procura); hospedagem....


    frieza | n. f.

    Qualidade ou estado de frio....


    gueiro | n. m.

    Uma das peças da asna....


    exceto | prep. | adv. | adj. n. m.

    Sem incluir (na conta); salvo, afora....


    cadeirante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem se desloca em cadeira de rodas (ex.: os meninos acolheram bem o colega cadeirante; vaga de estacionamento para cadeirantes)....


    festejo | n. m.

    Ato ou efeito de festejar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?