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    aceitarmos-lhas

    arbitral | adj. 2 g.

    Relativo a árbitros....


    inadmissível | adj. 2 g.

    Que se não pode admitir ou aceitar....


    propenso | adj.

    Que tende naturalmente para....


    quisto | adj.

    Aceite; estimado; amado; querido....


    Sem grandes recursos ou posses; com pouco dinheiro (ex.: as pessoas da aldeia eram pobres e viviam muito simplesmente)....


    Usa-se como fórmula diplomática para indicar a condição de algo que depende da aprovação de um órgão ou de uma autoridade (ex.: aceitar uma proposta ad referendum)....


    implausível | adj. 2 g.

    Que não se pode admitir ou aceitar....


    Frase de Cícero que encerra em si o germe da teoria de Descartes sobre a dúvida; esta conduz-nos à verdade, ensinando-nos a não aceitar qualquer proposição ou doutrina senão depois de cientificamente demonstrada....


    Pessoa que é bem-vinda ou cuja presença é bem recebida (ex.: figura considerada persona grata pela comunidade)....


    Que origina ou pode originar comportamentos criminosos ou desviantes em relação ao comportamento normativo e socialmente aceite (ex.: fatores criminógenos)....


    assumido | adj.

    Que se assumiu (ex.: compromisso assumido)....


    admitido | adj.

    Que se admitiu (ex.: a história, pouco admitida, de que o país tem petróleo, não é muito credível)....


    Pessoa que, por algum motivo, não é, ou deixa de ser, bem-vinda ou bem-aceite (ex.: o treinador tornou-se persona non grata para muitos adeptos)....


    aceitável | adj. 2 g.

    Que merece ser aceite ou recebido....


    inaceitável | adj. 2 g.

    Que se não pode aceitar ou admitir....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.