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    acatamos-lhes

    acatável | adj. 2 g.

    Que merece ser acatado....


    Máxima que se cita quando se alude a uma regra ou proibição severa, mas que é forçoso acatar e cumprir....


    relego | n. m.

    Descanso, sossego, pausa, tranquilidade....


    acato | n. m.

    Acatamento....


    rebelião | n. f.

    Resistência, geralmente violenta, contra os agentes da autoridade ou contra a ordem de coisas estabelecidas....


    resguardo | n. m.

    Ato ou efeito de resguardar ou de resguardar-se....


    reveria | n. f.

    Respeito; homenagem; acatamento....


    desacato | n. m.

    Falta de acatamento, de respeito....


    praxismo | n. m.

    Conjunto de praxes; acatamento de praxes....


    recolhimento | n. m.

    Ato ou efeito de recolher ou de recolher-se....


    acatador | adj. n. m.

    Que ou o que acata....


    espírito | n. m.

    Coisa incognoscível e imaterial que anima o ser vivo....


    desacatado | adj.

    Que se desacatou; que não se aceitou ou respeitou (ex.: ordens desacatadas)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?