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    abulas-mos

    abolível | adj. 2 g.

    Que pode ser abolido....


    abolitivo | adj.

    Que pretende ou serve para abolir; que pode provocar abolição (ex.: lei abolitiva)....


    Que pretende ou serve para abolir; que pode provocar abolição (ex.: alteração legal abolitória)....


    Sistema político ou humanitário da abolição da escravatura....


    abolicionista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo a abolicionismo ou a abolição, em especial da escravatura (ex.: luta abolicionista)....


    palanestesia | n. f.

    Abolição da sensibilidade tátil às vibrações....


    estanco | adj. | n. m.

    Que se estancou....


    Movimento que defende uma forma de emancipação, em especial a emancipação dos escravos e abolição da escravatura e também a emancipação feminina e a luta pelos direitos das mulheres....


    Doutrina dos que combatiam a abolição da escravatura na América....


    abolar | v. tr.

    Amolgar, amassar....


    abular | v. tr. | v. pron.

    Selar com bula....


    bular | v. tr.

    Aplicar selo metálico ou bula em (ex.: abular um documento)....


    obliterar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Fazer desaparecer ou desaparecer uma coisa, pouco a pouco, até que dela não fique nenhum vestígio....


    proscrever | v. tr.

    Condenar sem formalidades judiciais, banir....


    ser | v. cop. | v. tr. | v. intr. | v. auxil. | n. m.

    Serve para ligar o sujeito ao predicado, por vezes sem significado pleno ou preciso (ex.: o dicionário é útil)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?