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    abstivesses-ma

    casto | adj.

    Que tem castidade....


    Máxima dos estoicos atribuída a Epicteto, aconselhando resignação no infortúnio e abstenção de todos os prazeres que podem prejudicar a liberdade moral....


    Máxima do direito antigo que afirma que o abuso que se pode fazer de uma coisa não deve obrigar necessariamente a abstermo-nos dela....


    silêncio | n. m. | interj.

    Estado de quem se abstém ou para de falar....


    abster | v. tr. | v. pron.

    Privar de fazer....


    coibir | v. tr. | v. pron.

    Obstar à continuação de; fazer cessar....


    deixar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Soltar de si (ex.: alguém deixou um rasto de perfume)....


    desistir | v. tr. e intr. | v. intr.

    Não querer continuar ou deixar de ter determinado objetivo (ex.: já desisti dessa ideia; o requerente desistiu da ação; nunca desistiu de lutar; força, não desista)....


    guardar | v. tr. | v. pron.

    Estar de guarda a....


    implicitar | v. tr.

    Tornar ou deixar implícito (ex.: este comentário implicita que ele se vai abster na votação)....


    jejuar | v. intr.

    Guardar jejum....


    privar | v. tr. | v. pron.

    Desapossar....


    refrear | v. tr. | v. pron.

    Sujeitar o cavalo com o freio....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.