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    abreviamos-to

    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    resumido | adj.

    Que se resumiu; abreviado; sintético....


    compêndio | n. m.

    Compilação em que se encontra resumido o mais indispensável de um estudo....


    Método terapêutico das perturbações mentais que consiste em intervir cirurgicamente no cérebro para abreviar os males psíquicos....


    sintomia | n. f.

    Exposição abreviada; concisão, bosquejo....


    abreviado | adj. | n. m.

    Que se abreviou....


    abreviador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que abrevia....


    Reduzido ao mais indispensável....


    coartar | v. tr.

    Reduzir a limites mais estreitos (ex.: tentaram coartar a nossa liberdade de expressão)....


    diminuir | v. tr. e intr. | v. intr. e pron.

    Tornar ou ficar mais pequeno, mais curto ou menos intenso....


    encurtar | v. tr. | v. pron.

    Diminuir (no comprimento, na altura ou a distância)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?