Pesquisa nas Definições por:

    abram-se-nos

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Que arreganha os dentes por qualquer motivo....


    bifário | adj.

    Que se abre ou se desloca em duas partes....


    bipatente | adj. 2 g.

    Que é aberto dos dois lados....


    deiscente | adj. 2 g.

    Que se abre por si mesmo....


    equinocial | adj. 2 g.

    Relativo ao equinócio ou a uma das épocas do ano em que o Sol, no seu movimento anual aparente, passa pelo plano do equador celeste....


    entourido | adj.

    Enfartado; empanturrado....


    Muito aberto; cujas pétalas estão quase a cair....


    espalmado | adj.

    Plano ou aberto com a palma da mão....


    Montado ou assentado com as pernas muito abertas....


    hiante | adj. 2 g.

    Escancarado, muito aberto....


    inaperto | adj.

    Não aberto, mas oco....


    indeiscente | adj. 2 g.

    Que não se abre por si quando maduro (falando-se de certos frutos)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?