Pesquisa nas Definições por:

    abastassem-tos

    estribado | adj.

    Que está seguro em estribo; que se estribou....


    bacana | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que agrada ou denota qualidades positivas (ex.: ambiente bacana, roupas bacanas, música bacana, cara bacana)....


    pertença | n. f.

    Parte acessória ou complementar, dependente de outra ou anexa a ela....


    miserável | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que é muito pobre....


    abastado | adj. | adj. n. m.

    Que tem bastante ou o que é necessário....


    poderoso | adj. | n. m.

    Que tem poder....


    alfar | v. intr.

    Abastar-se....


    pindérico | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou quem revela mau gosto, falta de elegância (ex.: que nome tão pindérico; bando de pindéricas)....


    esquerda | n. f. | interj.

    Mão esquerda....


    abastar | v. intr. | v. tr.

    Ser suficiente....


    abastança | n. f.

    Quantidade suficiente de tudo o que é preciso....


    abasto | n. m. | adv.

    Ato ou efeito de abastar (ex.: aquele era o pão para basto da comunidade)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?