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    abafarmos

    Pensamento do Salmista, que se cita a propósito daqueles em quem as paixões abafaram a voz da razão....


    abafa | n. f. | n. m. | interj.

    Ato de abafar....


    abafeira | n. f.

    Charco, paul, pântano....


    abafo | n. m.

    Ato de abafar....


    palhinha | n. f.

    Fragmento de palha....


    atafego | n. m.

    Ato de atafegar; abafação....


    gemido | n. m.

    Grito lamentoso e abafado....


    marquesota | n. f.

    Espécie de túbara indiana....


    surdina | n. f.

    Peça que se coloca nos instrumentos para lhes enfraquecer ou abafar o som....


    boa | n. f.

    Designação dada várias serpentes de grandes dimensões da família dos boídeos, do género Boa, em especial do género Boa constrictor encontradas em zonas tropicais da América Central e do Sul....


    boá | n. f.

    Abafo de peles ou plumas para o pescoço....


    capacete | n. m.

    Armadura defensiva da cabeça....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?