Significado de ocuparem-se-me

    A forma ocuparem-se-mepode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de ocuparocupar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de ocuparocupar].

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    ocuparocupar
    ( o·cu·par

    o·cu·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tomar ou estar na posse de.

    2. Exercer o controlo sobre determinado espaço.

    3. Não deixar que outrem utilize algo; tomar para si sem partilhar (ex.: ocupar a casa de banho; não quero ocupar o seu tempo).DESOCUPAR, LIBERTAR

    4. Preencher um espaço ou um território. = ENCHER

    5. Estar instalado em determinado lugar. = HABITAR, INSTALAR-SE, MORARDESOCUPAR

    6. Instalar-se em casa ou terreno sem autorização do proprietário.DESOCUPAR

    7. Exercer, desempenhar.

    8. Atribuir tarefas ou dar ocupação a.

    9. Embaraçar, estorvar.

    10. Ser objeto de.

    11. Pejar.

    verbo intransitivo

    12. [Antigo] [Antigo] Ficar grávida. = EMPRENHAR, ENGRAVIDAR

    verbo pronominal

    13. Ter como assunto. = DEDICAR-SE, TRATAR

    14. Tomar a seu cargo. = CUIDAR, TRATAR, VELAR, ZELAR

    15. Entreter-se.

    16. Empregar-se.

    etimologiaOrigem:latim occupo, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    atricado | adj.

    Ocupado com afã e alegremente num trabalho manual....


    atarefado | adj.

    Ocupado em tarefa, azafamado....


    azafamado | adj.

    Cheio de azáfama, muito ocupado....


    cogitativo | adj.

    Ocupado a cogitar ou pensar....


    A palavra "ocuparem-se-me" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?