Significado de dana-se-nos

    A forma dana-se-nospode ser [segunda pessoa singular do imperativo de danardanar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de danardanar].

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    danardanar
    ( da·nar

    da·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Danificar, perverter, estragar.

    2. Tornar hidrófobo.

    3. [Pouco usado] [Pouco usado] Condenar ao inferno.

    verbo transitivo e pronominal

    4. [Figurado] [Figurado] Deixar ou ficar irritado ou zangado. = IRRITAR, ZANGAR

    verbo pronominal

    5. [Brasil] [Brasil] Ir-se embora.

    6. [Brasil] [Brasil] Ir para. = DIRIGIR-SE

    verbo auxiliar

    7. [Brasil] [Brasil] Começar a.


    dane-se

    [Informal] [Informal] O mesmo que que se dane.

    danou-se

    [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Expressão usada para indicar que algo correu mal ou que não tem solução.

    [Brasil: Nordeste, Popular] [Brasil: Nordeste, Popular] Exprime espanto ou surpresa.

    e danou-se

    [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Usa-se para indicar quantidade ou número indeterminado que excede um número redondo. = E LÁ VAI FUMAÇA, E LÁ VAI PEDRA

    que se dane

    [Informal] [Informal] Interjeição designativa de admiração, surpresa, indignação, desagrado, indiferença, raiva, etc.

    etimologiaOrigem:latim damno, -are, danificar, condenar, censurar, julgar.

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    Esta palavra no dicionário

    daninho | adj.

    Que causa danos ou estragos....


    indemne | adj. 2 g.

    Que não sofreu dano ou prejuízo....


    inócuo | adj.

    Que não causa dano; não nocivo....


    nocente | adj. 2 g.

    Que faz mal, que causa dano....


    nocivo | adj.

    Que causa dano; que prejudica....


    A palavra "dana-se-nos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?