Significado de descriminar-lhas

    A forma descriminar-lhaspode ser [infinitivo de descriminardescriminar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de descriminardescriminar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de descriminardescriminar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de descriminardescriminar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de descriminardescriminar].

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    descriminardescriminar
    ( des·cri·mi·nar

    des·cri·mi·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. [Direito] [Direito] Tirar a culpa a; considerar alguém inocente de crime que lhe foi imputado (ex.: descriminar um réu por falta de provas). = ABSOLVER, ILIBAR, INOCENTAR ≠ INCRIMINAR

    2. [Jurídico, Jurisprudência] [Jurídico, Jurisprudência] Deixar de considerar como crime; tornar algo não criminoso (ex.: o estudo propõe descriminar o consumo de algumas drogas). ≠ CRIMINALIZAR

    = SinónimoSinônimo geral: DESCRIMINALIZAR
    ≠ AntónimoAntônimo geral: CRIMINAR

    etimologiaOrigem:des- + criminar.

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    iconeConfrontar: discriminar.

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    Ato ou efeito de discriminar (ex.: o exercício envolve discriminação visual)....


    Deixar de considerar crime; remover a penalidade criminal de algo anteriormente considerado como crime (ex.: descriminalizar o aborto)....


    descriminar | v. tr.

    Tirar a culpa a; considerar alguém inocente de crime que lhe foi imputado (ex.: descriminar um réu por falta de provas)....


    discriminar | v. tr. | v. pron.

    Estabelecer diferenças....


    A palavra "descriminar-lhas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?