Significado de cobrara-se-te

    A forma cobrara-se-tepode ser [primeira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de cobrarcobrar] ou [terceira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de cobrarcobrar].

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    cobrarcobrar
    ( co·brar

    co·brar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Proceder à cobrança de; pedir ou exigir um pagamento do que é devido (ex.: cobrar uma dívida).

    2. Exigir algo em troca ou como resultado de promessa ou compromisso (ex.: cobrar um favor).

    3. Passar a ter novamente algo que se perdeu. = READQUIRIR, RECOBRAR, REAVER, RECUPERAR

    4. Recuperar forças ou faculdades.

    5. Alcançar.

    6. [Caça] [Caça] Recolher (o cão) a caça, para a entregar ao caçador.

    7. [Desporto] [Esporte] Executar a punição por uma falta ou infração de que beneficiou uma equipa (ex.: cobrar um penálti).

    verbo pronominal

    8. Retomar ânimo, alento ou sangue-frio. = RECOBRAR-SE, RESTABELECER-SE

    etimologiaOrigem:redução de recobrar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: sobrar.

    Esta palavra no dicionário

    anguiforme | adj. 2 g.

    Que tem forma de cobra....


    anguino | adj.

    Semelhante à cobra....


    A palavra "cobrara-se-te" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.