Significado de cambar-se-lhes

    A forma cambar-se-lhespode ser [infinitivo de cambarcambar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de cambarcambar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de cambarcambar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de cambarcambar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de cambarcambar].

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    cambar1cambar1
    ( cam·bar

    cam·bar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Mudar, transformar.

    2. Mudar de rumo ou de direção.

    3. [Náutica] [Náutica] Mudar de um bordo para outro (vento, escota das velas, etc.).

    verbo transitivo

    4. [Antigo] [Antigo] Trocar.

    etimologiaOrigem:alteração de cambiar.

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    cambar2cambar2
    ( cam·bar

    cam·bar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Ser cambaio; andar com as pernas tortas.

    2. Estar coxo (ex.: cambei durante uns dias). = COXEAR

    verbo transitivo e intransitivo

    3. Entortar ou ficar torto.

    etimologiaOrigem:camba, peça curva + -ar.

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    iconeConfrontar: sambar.

    Esta palavra no dicionário

    cambaio | adj.

    De pernas tortas, geralmente metendo os joelhos para dentro....


    cambembe | adj. 2 g.

    Que tem as pernas tortas....


    topinho | adj.

    Diz-se da cavalgadura cujo pé tem os quartos e os talões demasiado altos....


    zambro | adj.

    Que tem pernas tortas....


    barbela | n. f. | adj. 2 g.

    Pele pendente do pescoço do boi e de outros ruminantes....


    A palavra "cambar-se-lhes" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?