Significado de começa

    A forma começapode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de comedircomedir], [segunda pessoa singular do imperativo de começarcomeçar], [terceira pessoa singular do imperativo de comedircomedir], [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de comedircomedir] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de começarcomeçar].

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    começarcomeçar
    ( co·me·çar

    co·me·çar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar começo a.

    2. Principiar.

    3. Encetar.

    verbo intransitivo

    4. Ter começo.

    5. Anunciar-se, fazer prever o que há de ser.

    etimologiaOrigem:latim vulgar *cominitiare, do latim cum, com + latim initio, -are, iniciar em, instruir, começar.

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    comedircomedir
    ( co·me·dir

    co·me·dir

    )
    Conjugação:defectiva.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Regular convenientemente.

    2. Moderar.

    verbo pronominal

    3. Tornar-se comedido.

    etimologiaOrigem:latim *commetio, -ire, por commetior, -iri, medir, confrontar.

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    Anagramas

    Esta palavra no dicionário

    | adv. | interj.

    Usa-se como elemento expressivo de ligação, num registo coloquial (ex.: aí o tipo vai, chega lá furioso, bate à porta, aí o outro finge que está a dormir, não abre, e a gritaria começa)....


    Diz-se do ritmo que começa por anacruse....


    apodrido | adj.

    Que começa a apodrecer....


    aparecente | adj. 2 g.

    Que começa a aparecer (ex.: realidade aparecente; mudanças aparecentes)....


    azedete | adj. 2 g.

    Um pouvo azedo....


    A palavra "começa" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.