Significado de APLICARMOS-LHAS

    A forma APLICARMOS-LHASpode ser [primeira pessoa plural do futuro do conjuntivo de aplicaraplicar] ou [primeira pessoa plural infinitivo flexionado de aplicaraplicar].

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    aplicaraplicar
    ( a·pli·car

    a·pli·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Pôr ou ajustar uma coisa sobre outra (ex.: aplicar verniz). = APOR, JUSTAPOR, SOBREPOR

    2. Pôr em prática ou em uso (ex.: aplicar o regulamento). = EMPREGAR, EXECUTAR, UTILIZAR

    3. Impor pena ou sanção (ex.: o tribunal aplicou a pena máxima; aplicar coimas). = INFLIGIR

    4. Destinar dinheiro a algo considerado lucrativo. = INVESTIRDESINVESTIR

    5. Receitar tratamento ou medicamento.

    6. Usar a força física em alguma coisa, geralmente uma pancada (ex.: aplicou-lhe uma estalada). = ASSENTAR, DAR, DESFERIR

    7. Usar um sentido com atenção (ex.: aplicou o ouvido).

    8. Tornar mais eficaz.

    verbo transitivo e pronominal

    9. Tornar ou ser apropriado a determinada situação ou circunstância (ex.: não conseguiu aplicar a teoria num caso prático; este parâmetro não se aplica neste caso). = ADAPTAR, ADEQUAR, APROPRIAR

    verbo pronominal

    11. Fazer algo com empenho, dedicação ou muita concentração (ex.: ela aplica-se muito nos estudos). = DEDICAR-SE, EMPENHAR-SE, ENTREGAR-SEDESCURAR-SE, DESLEIXAR-SE

    12. Vir a propósito de.

    etimologiaOrigem:latim applico, -are, aproximar de, apoiar a, encostar a, colocar, juntar, pôr à frente.

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    Esta palavra no dicionário

    Designativo do animal acostumado a um lugar ou a viver com outros animais. (Também se aplicava às pessoas.)...


    armoriado | adj.

    Que tem armas ou brasões aplicados, pintados ou esculpidos....


    A palavra "APLICARMOS-LHAS" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?