Significado de apagássemos-ma

    A forma apagássemos-maé [primeira pessoa plural do pretérito imperfeito do conjuntivo de apagarapagar].

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    apagarapagar
    ( a·pa·gar

    a·pa·gar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo, intransitivo e pronominal

    1. Fazer acabar ou desaparecer a luz ou o lume de (ex.: apague o cigarro; a vela é pequena, apaga rápido; o segundo fósforo também se apagou). = EXTINGUIRACENDER, ATEAR

    verbo transitivo e pronominal

    2. Fazer perder ou diminuir o brilho ou a intensidade. = EMBACIAR

    3. Fazer parar ou interromper-se o fluxo energético que garante o funcionamento de algo (ex.: apague o esquentador antes de sair de casa; a tecla prendeu e o monitor do computador apagou; a televisão não se apaga sozinha). = DESLIGARACENDER, LIGAR

    4. Suprimir ou limpar o que estava escrito, desenhado, gravado, pintado ou registado.

    5. [Figurado] [Figurado] Fazer desaparecer.

    6. Aplacar; humilhar.

    7. [Marinha] [Marinha] Colher.

    verbo intransitivo e pronominal

    8. [Informal] [Informal] Adormecer, geralmente de modo rápido (ex.: apaguei logo no início do filme; bebeu muito e acabou por se apagar no sofá da sala).

    etimologiaOrigem:a- + pagar, do latim paco, -are, pacificar, domar, cultivar.

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    Esta palavra no dicionário

    aspado | adj.

    Martirizado em aspa....


    delével | adj. 2 g.

    Que se pode apagar, delir....


    desbotado | adj.

    Diz-se da cor que perdeu a viveza primitiva....


    A palavra "apagássemos-ma" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?